Alice ouve a conversa de adultos. Em tempos de febre amarela mãe, pai, avó, tios e tias divagam sobre vacinas e prevenção. Quando parece que o assunto já rendeu e se esgotou Lili se manifesta: “eu também quero tomar vacina” A tia, só para provocar, brinca de terrorista: “mas a vacina é com injeção no bumbum”. Lili desdenha: “não tem problema. Faz muito tempo que eu não tomo injeção”. A tia insiste: “injeção dói”. Alice já ignora completamente a tia terrorista, vai até a mãe, junta as mãos em prece e pede com a carinha imitando o gato de botas: “podemos ir num médico hoje? Estou com uma saudade de tomar injeção!”. Não digo nada, só acho que ela não ligou injeção com agulha.
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